
A votação foi realizada de forma secreta, conforme previsto no Regimento Interno da Câmara. Participaram da deliberação os vereadores Silvana Soares Belo, Domingos Ayres Lopes (Todyn), Sérgio Resende, Marlucio da Silva Ramos, Samuel Cosme de Oliveira, Paulo Xavier de Oliveira, Adelicio da Silva Cavalcante, Leandro Rodrigues da Silva e o presidente Eli Pereira de Morais.
O plenário Abílio Batista Ramos ficou completamente lotado, com intensa participação popular acompanhando a decisão que atraiu grande atenção política no município.
As contas já haviam sido rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado do Tocantins (TCE/TO), que apontou irregularidades na execução financeira daquele ano. Com a decisão legislativa, Lindolfo poderá ficar inelegível por até oito anos, conforme a Lei da Ficha Limpa — a menos que consiga reverter o julgamento na Justiça.