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Secretaria de Estado da Saúde reforça o alerta à população sobre fórmulas infantis proibidas pela Anvisa

Consumo dos alimentos pode causar sintomas como vômito, diarréia e letargia

JAVAN QUIXABEIRA
Por: JAVAN QUIXABEIRA Fonte: Secom Tocantins
09/01/2026 às 13h41
Secretaria de Estado da Saúde reforça o alerta à população sobre fórmulas infantis proibidas pela Anvisa
Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) reforça o alerta à população sobre a proibição da comercialização, da distribuição e do uso de lotes de fórmulas infantis - Foto: Reprodução Internet

A Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) reforça o alerta à população sobre a proibição da comercialização, da distribuição e do uso de lotes de fórmulas infantis por risco de contaminação com a toxinacereulide. A Resolução-Re nº 32/202, de 6 de janeiro de 2026 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), cita seis marcas da empresa Nestlé Brasil.

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Os lotes listados na resolução são das marcas Nestogeno,Nan Supreme Pro, Nanlac Supreme Pro, Nanlac Comfor, Nan Sensitive e Alfamino. Segundo a resolução, os demais lotes não foram afetados.

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De acordo com a publicação da Anvisa, o consumo de alimento contaminado por essa toxina pode causar vômito persistente, diarreia ou letargia, que é a sonolência excessiva, lentidão de movimentos e raciocínio, e incapacidade de reagir e expressar emoções.

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A SES-TO orienta o consumidor que ao verificar os lotes dos produtos proibidos que suspendam o uso e entrem em contato com serviço de atendimento ao consumidor que consta no rótulo do produto para troca ou devolução.

Para os estabelecimentos a orientação é verificar os número dos lotes dos produtos que estão descritos na Resolução-Re nº 32, de 06 de janeiro de 2026; retirar da exposição à venda e aguardar o recolhimento por parte da empresa fabricante.

“A Vigilância Sanitária Estadual já orientou as Vigilâncias Sanitárias municipais a darem ampla divulgação à população e aos estabelecimentos que comercializam esses produtos e se a criança apresentar os sintomas leve-a para atendimento médico e informe o alimento consumido e se possível com uma mostra da embalagem”, explicou a diretora de Vigilância Sanitária em Substituição, Crislane Maria da Silva Bastos.

Recall global

A medida tem caráter preventivo e a fabricante iniciou o recolhimento voluntário no Brasil, assim como no resto do mundo, após a detecção da toxina em produtos provenientes de uma fábrica localizada na Holanda. Foi identificado que a toxina estava presente em um ingrediente proveniente de um fornecedor global de óleos terceirizados. Dessa forma, a empresa indicou a necessidade de um recolhimento global.

Os lotes proibidos podem ser conferidos no linkhttps://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/noticias-anvisa/2026/proibida-venda-de-formula-infantil-com-risco-de-contaminacao-por-toxina

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