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Voluntários criam campanha de castração solidária em Guaraí; “Boca Preta e Safira” estão na lista
Saúde Pública.
01/11/2024 19h03 Atualizada há 2 anos
Por: JAVAN QUIXABEIRA Fonte: Marcelo Gris.

 

Voluntários que mantém um abrigo de animais em Guaraí estão usando as redes sociais para divulgar uma campanha de castração solidária. 12 animais estão na fila, aguardando padrinhos que ajudem a patrocinar o procedimento cirúrgico, dentre eles “Boca Preta e Safira”. Outros 12 animais que o grupo resgatou já foram castrados e, além disso, ganharam um lar com pessoas que os adotaram.

Segundo relatam os voluntários envolvidos na iniciativa, a castração cães machos custa normalmente de R$ 450,00 a R$ 600,00 por animal, enquanto a de fêmeas, já que o aparelho reprodutor é diferente, pode custar acima de R$ 700,00 por animal, incluindo neste processo as despesas pré e pós-operatórias, levando em conta que não haja nenhuma intercorrência grave com o animal.

Cada nome, uma história

Os nomes dos pets acolhidos pelos voluntários possuem significado, cada um tem sua história, em geral, envolvendo abandono e maus-tratos. “Boca Preta”, por exemplo, nasceu no abrigo e sua mãe foi resgatada após ser descartada na zona rural. Já “Safira” pariu uma ninhada de filhotes em plena Avenida Bernardo Sayão, via que corta o perímetro urbano e é paralela a travessia da BR-153.

Como você pode ajudar

Não importa o valor, mesmo que não seja possível apadrinhar a castração de um dos animais, as doações ajudam a concretizar o objetivo de um modo geral. Para colaborar, basta enviar a sua contribuição para o PIX CPF: 000.551.671-44, em nome de Cleoneyde Cardoso Amorim, que é uma das voluntárias ou se preferir, entre em contato pelo WhatsApp (63) 9 9201-9820 - falar com Josafá.

Leis existem e são muitas

Não se pode reclamar da falta de leis, pois existem muitas vigentes quando o assunto é a proteção dos animais. O que falta em Guaraí é uma política pública que tenha como foco este grave problema, promovendo desde campanhas de castração, recolhimento, fiscalização de maus tratos, até a adoção responsável. Diante da falta de ações práticas de governo, voluntários se viram como podem.

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