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Defesa de Sabrina Feitosa cobra prisão preventiva do pai de Gustavo, de 3 anos, apontado como principal suspeito
Advogada afirma que convivência do menino com o pai decorria de decisão judicial e que laudo do IML descarta versão de afogamento apresentada pela defesa dele
05/08/2026 12h51 Atualizada há 5 horas
Por: JAVAN QUIXABEIRA Fonte: Redação | Redação Notícia Tocantins

A defesa de Sabrina Feitosa, mãe do menino Gustavo Veloso Feitosa, de apenas 3 anos, encontrado morto em uma residência na região norte de Palmas, veio a público nesta quarta-feira,05, prestar esclarecimentos sobre o andamento do caso.

Segundo a advogada Stella Bueno (OAB/TO 10.521), embora o inquérito policial que apura a morte de Gustavo tramite sob sigilo absoluto, a defesa de Sabrina tem acompanhado de perto o andamento das investigações, mantendo contato com as autoridades competentes e adotando todas as providências necessárias para que os fatos sejam integralmente esclarecidos e os responsáveis sejam rigorosamente responsabilizados.

Diante da gravidade dos fatos já tornados públicos, a defesa afirma que aguarda que a autoridade policial represente pela prisão preventiva do pai da criança, atualmente investigado e apontado como principal suspeito, para a devida apreciação pelo Poder Judiciário.

A nota esclarece ainda que a convivência de Gustavo com o pai não decorria de uma decisão livre da mãe: o regime de convivência paterna havia sido regulamentado judicialmente, e seu eventual descumprimento poderia caracterizar alienação parental e ensejar a reversão da guarda em favor do pai.

A defesa informou que, no momento oportuno, respeitados o sigilo das investigações e a dignidade de todas as pessoas envolvidas, se manifestará publicamente sobre o que descreve como um contexto de violência doméstica vivido por Sabrina e sobre as circunstâncias que antecederam o que classifica como uma "tragédia anunciada".

“Gustavo tinha apenas 3 anos. Sua morte exige respostas, responsabilidade e justiça.”

— Stella Bueno, advogada de Sabrina Feitosa

Neste momento, segundo a defesa, todos os esforços estão concentrados no acompanhamento rigoroso da investigação, na busca por justiça para Gustavo e no acolhimento de uma mãe que perdeu o filho de forma brutal e irreparável.

A defesa pede respeito à dor de Sabrina, responsabilidade na divulgação das informações do caso e cautela para que não sejam reproduzidas narrativas de culpabilização materna.

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